Skip to content
Itacaré News

Itacaré News

Uma nova onda de informação!

Primary Menu
  • Itacaré
  • Bahia
  • Brasil
  • Política
  • Turismo na Bahia
  • Bahia

Patrimônio Rupestre da Bahia: Serra dos Montes Altos — onde biodiversidade e arte rupestre compartilham o mesmo território | SECOM

Dennis Moraes 4 de março de 2026
WhatsApp20Image202026-03-0420at2010.53.41.jpeg

Na segunda reportagem da série especial “Patrimônio Rupestre da Bahia”, o olhar se volta para o Sudoeste do estado, onde natureza e memória ancestral convivem em um mesmo espaço protegido. Se na primeira matéria mostramos como a política ambiental integra patrimônio cultural e conservação da biodiversidade em todo o território baiano, agora o foco é um exemplo concreto dessa atuação em campo.

No Parque Estadual da Serra dos Montes Altos, a conservação ambiental caminha lado a lado com a proteção de sítios arqueológicos que revelam vestígios milenares da presença humana. Instituída em 2010, a unidade assegura a preservação de ecossistemas de transição entre Caatinga e Cerrado e abriga espécies ameaçadas de extinção, como o cachorro-vinagre (Speothos venaticus).

Localizado entre os municípios de Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras, Urandi, Guanambi, Pindaí e Candiba, o parque reúne nascentes, cachoeiras e um conjunto expressivo de sítios arqueológicos com pinturas rupestres, ampliando seu potencial científico, educativo e turístico.

Os registros, predominantemente monocrômicos e com forte presença da cor vermelha — além de pigmentos em amarelo e preto — estão distribuídos em pelo menos seis sítios arqueológicos: Brejo Comprido, Abrigo da Sambaíba, Fazenda Andes, Abrigo do Brejo dos Coqueiros, Toca dos Tapuios e Riacho da Mandiroba.

Segundo o gestor da unidade, Lailton Câmara, esse conjunto possui elevado potencial científico e educativo. “Esses registros ajudam a compreender como diferentes grupos humanos ocuparam e se relacionaram com essa paisagem ao longo do tempo. Além do valor científico, têm papel fundamental na sensibilização da sociedade sobre a necessidade de conservar o patrimônio cultural associado à biodiversidade”, destaca.

A integração entre atributos naturais e culturais amplia as possibilidades de pesquisa científica, fortalece ações de educação ambiental e potencializa o turismo sustentável na região, reforçando o papel das Unidades de Conservação como territórios de proteção integral.

Nesta quinta-feira (5), na terceira reportagem da série, conheça como o mapeamento de pinturas rupestres passou a integrar condicionantes de licenciamento ambiental no Parque Estadual do Morro do Chapéu, fortalecendo a proteção desses registros pré-coloniais na Chapada Diamantina.

Leia também a Parte 1 (clique aqui) da série e entenda como a política ambiental da Bahia integra patrimônio arqueológico e conservação da biodiversidade em diferentes regiões do estado.

Fonte: Ascom/Sema

Fonte: Governo da Bahia

About the Author

Dennis Moraes

Administrator

Visit Website View All Posts

Post navigation

Previous: Fim do 6×1: Lula propõe negociação entre patrões, empregados e governo
Next: Lula faz apelo à paz, condena corrida armamentista e critica ONU

Matérias Relacionadas

Col20Tempo20Integral20GeovC3A2nia20Nogueira2028429.jpeg
  • Bahia

Governo da Bahia inaugura novo Colégio Estadual de Tempo Integral em Itatim com investimento de R$ 32,1 milhões | SECOM

Dennis Moraes 13 de junho de 2026
IMG_9007.png
  • Bahia

Bahia firma parcerias para ampliar comunicação em Libras e fortalecer organizações sociais | SECOM

Dennis Moraes 13 de junho de 2026
TransformaC3A7aoDigital.JPG
  • Bahia

Encontro marca início da execução de projetos de transformação digital no interior baiano | SECOM

Dennis Moraes 13 de junho de 2026
SIGA NOSSO INSTAGRAM
Equipe Editorial
Sobre Nós
Princípios Éticos e Editoriais
Política de privacidade
LOGO-GRUPO-DM

Copyright © All rights reserved - Desenvolvido por Dennis Moraes - Itacaré News